Acusaram o pobre revisor. Não era erro, era presságio. Antecipou-se, mas estava certo.
A torcida, muda, não grita Cadê o Revisor?
E vence o melhor. Voltemos enfim à vida real.
Acusaram o pobre revisor. Não era erro, era presságio. Antecipou-se, mas estava certo.
A torcida, muda, não grita Cadê o Revisor?
E vence o melhor. Voltemos enfim à vida real.
Logo nos meus primeiros dias de revisor, meu chefe comentou comigo: William, não adianta ganhar a briga e perder o cliente.
Foi assim que aprendi a lição já tantas vezes repetida: o cliente tem razão, até quando está errado.