Você viu a quantidade de besteiras que o Lewis Hamilton fez no fim da temporada de Fórmula 1 em Interlagos.
Mas não foi só ele quem aprontou. Do outro lado da câmera de tevê, as câmeras fotográficas pegaram duas cenas lastimáveis.
A primeira delas, antes mesmo de chegar no autódromo: o saudoso Ayrton Senna, com seu y mutilado. A norma aceita que nomes próprios se adéqüem à grafia vigente quando seu dono parte, mas adaptar pela metade (sem acento e com n dobrado) não vale. Além do mais, reza o bom senso (que cada um tem o seu) que escrita consagrada de nome não seja alterada (a dica das fotos é do Sílvio, o mesmo que criou nossa marca do Dia do Livro e ativo colaborador deste blogue).
Já na arquibancada, o ambulante vende protetor oricular. E a batata? É para comer ou colocar no ouvido? Ao vencedor as batatas, diria Quincas Borba. E Machado de Assis, que era revisor, perguntaria: Cadê o Revisor?






Atitudes aparentemente simples podem ter resultados grandiosos. Eu não estava lá, mas certamente foi assim quando descobriram o fogo ou inventaram a roda.

