Peguei-me imaginando o que haveria acontecido com os integrantes da pobre família. O que tornaria muda toda uma linhagem? Um problema congênito, um trauma familiar, uma simples greve de fala? Não sei. O fato é que sentiram a necessidade de expressar para o mundo a desagradável situação.
Aproveitam o ensejo para vender objetos pessoais. Não se sabe ao certo se para apagar os traumas ou para ajudar no tratamento da mudez. De qualquer forma, a causa é nobre.
A única certeza é que parte da arrecadação será revertida para a contratação de um revisor. O cartaz em questão será em breve substituído por outro perguntando Cadê o Revisor?
Eu adoro esse negócio de “família muda”.
Não tem muito que ver, mas aqui em Sumpa temos o famoso “faz frete”. Em ambos os casos, porém, descambou-se pra mensagem telegráfica pra evitar o reflexivo. Pra não errar, sabe como é.
Eu acho graça quando vejo isso. Não seria muito mais fácil dizer “faço frete”?
Aqui em SP evitamos com fervor a conjugação, Pablo. Aquele probleminha de sempre: quando os Nardoni da vida começam a querer falar bonito…
Poxa, mas 1ª pessoa do singular do presente do indicativo? Não é das formas mais difíceis de se conjugar.
(gargalhadas)
pior que eu acho que é pra não errar mesmo. aqui no sul, tá assim ó de “fasso frete”. dia desses ainda fotografo algum.
Não subestime nossa brasilidade, Pablo… Prova disso é o que a Joice diz em seguida.