A Bienal de São Paulo foi invadida. Os vândalos deixaram suas marcas nas paredes de um andar vazio do prédio. Felizmente não danificaram nada além dos olhos dos pobres visitantes.
Pelas paredes, frases de protesto entremeadas de erros de português para todos os gostos decoram o ambiente.
A organização do evento estuda pintar, por cima das pichações (que nada têm de arte), a inscrição Cadê o Revisor?




L A M E N T Á V E L !!!!
Ignorantes… em todos os sentidos.
Agora quem vai sofrer constrangimento são os visitantes da Bienal que terão de passar por detectores de metais e, se necessário, uma revista pessoal. É demais pra mim:(
Beijocas, Pablo.
Bom, como revisor eu corrigiria a frase colocando um simples espaço:
“ABAIXA A DITA DURA”
Creio que seja um protesto contra a pornografia nas artes e no cinema.
Se não tem capacidade/certeza para protestar, melhor guardar a indignação para si… O que mais me intriga nessa história é que os vândalos avisaram previamente sobre o “protesto” e ninguém fez nada para impedir. É depois do leite derramado que o povo chora.
Beijos!
“A inguinorança é que astravanca o pogressio!”
Convenhamos que os artistas “muderrrrnos” já haviam invadido a Bienal de forma aviltante, também.

Mas já que os vândalos invadiram, puxa, podiam ao menos chamar o revisor, não é?
Um beijo.
Não se fazem mais protestos como antigamente!
Em todos os possíveis sentidos… Que horror!
haha
Beijo, Pablo!
Magda, talvez uma revisão pessoal fosse também importante.
Faz sentido, Djegovsky.
Realmente, Laís. Também achei estranhíssimo a organização dizer que o protesto já era previsto. Confunde-se muito liberdade com libertinagem.
Infelizmente é só uma das coisas, Carlos.
Tenho de concordar com você, Marie. Com poucas exceções, também não sou muito entusiasta do que se produz de arte hoje.
É, Rita, chegou a hora de os revisores começarem a protestar.
Pelo menos serviu como peça de humor!
Já é alguma coisa.
Pablo, oi! Coloquei o seu blog na minha lista, tudo bem?
http://revisaotextual-patriciaaragao.blogspot.com/
Obrigado, Patrícia. Logo mais irei visitá-la.