Pablo Vilela

Quase Invisíveis

In Dia-a-Dia do Revisor on 7 Julho 2009 at 8:11 pm

Detesto praça de alimentação. Detesto passear com o prato de ração à caça de mesa.

Uso o livro para marcar lugar. Mas livros são invisíveis nesses antros. Grato por cuidar do livro. E procuro outra mesa.

Hoje foi diferente. Num segundo (escolher–pedir–pagar), o livro desaparece. Ninguém entra, ninguém sai! A moça ao lado acode: um senhor, preocupado, entregou-o na lanchonete.

Alívio. Um bibliófilo anônimo. Há desses ali.

  1. Às vezes, surpresas imprevisiveis salvam o dia, rsrsrsr =)

  2. E salvam um livro esgotado e raro que a gente só encontra em sebo. :lol:

  3. Mesmo sendo um objeto querido, quem levou sairia no lucro, hehe. Costumo deixar meus livros marcando o meu lugar na praça de alimentação também! A partir de agora, irei me policiar, hahaha! Bjoks

  4. Não custa manter um olho aberto, Debby. ;-)

  5. Cara! Você é ótimo. Sinceramente,
    Henrique Guedes

  6. Que bom que havia alguém suficientemente sensato e bibliófilo. Esse minipost ficou um charme, uma produção ao mesmo tempo pequenina, clara e encantadora. Demonstrou o quanto um pequeno acontecimento pode transformar o nosso dia, o nosso almoço, a nossa vontade. Beijos

  7. Bondade sua, Henrique. :oops:
    Transforma mesmo, Lizzie. É isso que dá graça à vida. Muito obrigado pelos elogios. :oops:

  8. Li em algum lugar, sobre um leitor que, após ler um livro, deixava-o em algum lugar, assim, como essa mesa, com o intuito de que alguém também tivesse esse prazer de ler que tinha.

    Talvez assim, até valesse a pena perder o livro. Claro, que só depois de termos lido. =]

    Gostei, Pablo.
    Beijo e abraço!

  9. Isso me lembra o bookcrossing, Rita, uma iniciativa bastante interessante que se espalhou pelo mundo e tem por objetivo exatamente compartilhar a leitura.