De uma das mais raras obras sobre nosso ofício. Publicada em 1967, em Fortaleza, berço de grandes revisores e da comunidade Revisores, de cinco anos recém-completos.
Desconfiança e Aptidão
Faria Guilherme
Os autores, na quase totalidade, não estão em dia com os princípios ortográficos vigentes (…); se cometeram erros de ordem gramatical ou técnica – por descuido os primeiros, por ignorância os segundos –, difícil e impossivelmente deles se aperceberão, por lhes faltarem a desconfiança e a aptidão de ordem gráfica, qualidades do revisor.
Oh, sim!! O Nietzsche por exemplo, usa parenteses em excesso,rsrrs =). Mas essas escorregadas gramaticais são perdoadas pelo estilo literario, nao??
O legal é q tem sempre alguem para prestar socorro,rsrs =)Belo trabalho o seu!
Você está certíssima, Iara. Faria Guilherme fala justamente da necessidade de todo texto ser revisado, pois o autor não tem de se preocupar tanto com a escrita correta, mas com o conteúdo de seu texto.
Assino embaixo! Os autores não têm a obrigação de estar em dia com as questões gramaticais. Para as demais coisas, existem os revisores, tandammm!
Bem, um mínimo eles têm de saber, afinal a gramática é uma das ferramenta de trabalho deles também.
Concordo, Pablo. Caso contrário o trabalho vira um inferno…
Vira mesmo, Leticia. E o resultado final nunca fica perfeito quando já começa ruim.