Pablo Vilela

Códigos de Revisão

In Dica do Mês on 1 de julho de 2007 at 1:17 am

Códigos de Revisão

Os temidos códigos de revisão não têm motivo algum para ser temidos. Existem para simplificar a vida tanto do revisor quanto do diagramador, arte-finalista ou quem quer que seja responsável pelas emendas.

São símbolos usados há décadas para resumir o que precisaríamos de uma ou mais palavras para dizer. Então, nada de puxar foguetes (setas) do meio do texto. Para facilitar a vida de todo mundo, usemos os códigos criados para isso.

Esta tabela, que traz alguns dos símbolos mais usados, tem por base várias fontes, além da experiência do dia-a-dia de revisor, e foi construída com a preciosa colaboração do arte-finalista Zé Alves.

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  1. Poxa, eu entendo a funcionalidade dos sinais, mas gosto tanto dos foguetes.

    Braço!

  2. Olá, Pablo!

    Os códigos de revisão, ainda, são temidos. Eu, por exemplo, antes de participar do curso de “Iniciação à Revisão de Textos”, os achava muito complicados. Eu pensava em como memorizar tantos códigos. Mas, no primeiro exercício extraclasse me “diverti” utilizando-os. Às vezes, tinha dúvidas em como utilizá-los.
    Aos poucos aprendi a utilizar os códigos de revisão de texto e, antes da nossa última aula (07/07/07), já consigo revisar sem consultar os códigos na tabela. Percebi que não é tão complicado quanto parece. É melhor do que puxar foguetes (setas).
    Quero aproveitar a oportunidade e agradecer à você, Pablo, pelo incentivo e por passar um pouco de experiência para quem pretende ou já está trabalhando como revisor.

    Obrigado!

  3. Olá, Pablo!

    Os códigos de revisão, ainda, são temidos. Eu, por exemplo, antes de participar do curso de “Iniciação à Revisão de Textos”, os achava muito complicados. Eu pensava em como memorizar tantos códigos. Mas, no primeiro exercício extraclasse me “diverti”. Às vezes, tinha dúvidas em como utilizá-los.
    Aos poucos aprendi a utilizar os códigos de revisão de texto e, antes da nossa última aula (07/07/07), já consigo revisar sem consultar os códigos na tabela. Percebi que não é tão complicado quanto parece. É melhor do que puxar foguetes (setas).
    Quero aproveitar a oportunidade e agradecer à você, Pablo, pelo incentivo e por passar um pouco de experiência para quem pretende ou já está trabalhando como revisor.

    Obrigado!

  4. Olá Pablo!

    Gostaria de agradecer pelo curso “Iniciação à Revisão de Textos” que me proporcionou a oportunidade de aprender o que é revisar um texto na íntegra, aprendi também a gostar mais de estudar a língua portuguesa e que revisar textos é um desafio muito divertido. Com a realização desse curso, irei aprofundar ainda mais os meus conhecimentos na língua portuguesa pois estou motivada e pretendo revisar textos. Quanto aos códigos de revisão, confesso que ainda me perco um pouco mas acredito que isso será claramente resolvido na prática.

    Até mais e obrigada!

  5. Pablo,
    Eu não trabalho na área de revisão (ainda!) e não cheguei a temer os códigos de revisão pois sua explicação e a tabela são muito práticas e simples!
    Muito obrigada.

  6. Eu também me assustei com os códigos de revisão no começo do curso, mas acredito que a perfeição vem com a prática, depois de revisar alguns textos fica fácil! Gostei muito das aulas, pude conhecer melhor o trabalho dos revisores de texto.
    Até a próxima!

  7. Oi, Pablo!
    Apesar de não trabalhar como revisora, tive a oportunidade de conhecer os códigos de revisão, por meio de suas aulas, no curso de Iniciação à Revisão de Textos e, confesso, inicialmente achei um pouco complicado (talvez por falta de conhecimento e experiência). Mas, no decorrer do curso, percebi que é na prática que realmente aprendemos, realizando as correções utilizando-se dos códigos para tornar o trabalho mais legível. A utilização de foguetes (setas) deixa o texto mais “poluído”.
    Adorei o curso, Pablo!!!! Espero ter a sorte de assistir outros ministrados por você…

    valeu…

  8. Oi, Pablo
    A Maira faz um comentário de um curso de “Iniciação à Revisão de Textos” que você proporcionou a ela. Como posso adquirir?

    Luzia

  9. […] mostra fotos de salas de revisão dos anos 60, apresenta uma tabela de códigos de revisão (a mesma que hoje se tem por base) e demonstra o uso desses […]

  10. Grande Pablo,
    Gratificantes os comentários sobre o seu curso de Iniciação à revisão, não? Muito bom!
    Vc acredita que já encontrei muitos diagramadores que não conheciam bem os sinais de revisão? E até fiquei em dúvida se os colocava ou não em “Além da Revisão”. Eu os conheço pouco, principalmente porque, dentre as revisões que tenho pego, a primeira (a mais árdua) tem sido em sua maioria em meio magnético.
    Ari, em 9.6.2008

  11. O curso foi mesmo muito bom, Ari, graças aos alunos. Foi uma grande oportunidade de conhecer o que os revisores pensam sobre revisão. Aprendi muito com eles e espero ter ensinado um pouquinho do que tenho vivido em todos esses anos de profissão.
    Quanto aos códigos, estou convicto de que só têm a nos ajudar, já que proporcionam uma revisão mais limpa e podem, com um pouco de esforço, ser entendidos de norte a sul do país.

  12. Que bacana, Pablo. Estou tão habituada a revisar textos diretamente na tela do meu computador que raramente recorro a sinais clássicos de revisão… mas essa tabela será um lembrete muito útil na hora em que eu precisar trabalhar à maneira clássica. Obrigada!

  13. Eu prefiro, Camila, sempre que possível, revisar “à maneira clássica”. Entre outras vantagens, o papel faz menos mal à vista.

  14. Oi, Pablo!

    Fico feliz em ver que aqueles que, como eu, se apaixonaram pela Revisão de Textos continuam na área.

    Muito úteis os códigos. Num meio como o nosso, em que tantos revisores começam “pela prática”, só têm a ajudar – mesmo àqueles que estão acostumados com a correção diretamente no computador.

    Sucesso sempre!

    Abraços!

  15. Lembro-me ainda de quando recebi minha tabelinha de códigos, feitos à mão, às vésperas de começar meu primeiro estágio como revisor, há muitos anos. Eu olhava admirado para aquela folha, mas depois conto para vocês a história toda.

  16. […] imaginaria que a simples tabela mudaria minha vida. Mudou. Naquele dia, conheci a revisão de textos. ▶ Comment /* 0) { […]

  17. Já tentei utilizar os códigos em minhas revisões, mas deparei com 2 problemas. O primeiro é que, atualmente, poucos profissionais da área (editores, revisores, diagramadores e etc) conhecem estes códigos. Então, as observações do revisor não ‘comunicam’ o que deveriam comunicar. O segundo problema diz respeito às mudanças causadas pela tecnologia. Pelo menos com base em minha experiência, observo que cada vez mais o textos nos chegam em formato digital. Eu, após algum esforço, substitui a caneta vermelha pelo teclado e o mouse. Os recursos dos editores de texto, quando bem utilizados, facilitam bastante a vida do revisor.

  18. Alex, a não ser que você trabalhe em um monitor com mais de 20″, a visualização do todo é bem melhor no papel que no monitor. Mesmo quando recebo o trabalho em meio digital, prefiro imprimir e revisar no papel. Além do mais, convém tomar cuidado com as ferramentas do editor de textos. Algumas delas podem ser muito úteis, mas todas têm seus perigos. Quanto aos códigos, quase todos são autoexplicáveis. Os que não o são podem ser rapidamente ensinados aos leigos.

  19. Pablo, penso ser esta uma questão de perfil, do revisor, e de organização, do contexto de trabalho. Concordo com vc que os códigos são relativamente transparentes, mas o obstáculo que percebo não é cognitivo, trata-se de resistência, de um lado, e inviabilidade, de outro. Não é que as pessoas não possam aprender, elas não querem aprender; e não é que o uso seja inadequado, é que às vezes ele é inviável. Onde trabalho, os diagramadores não recebem papel anotado, os textos para diagramação devem ser enviados em formato digital, já revisados. Quanto ao papel, não o abandonei, na verdade associo papel e tela em minhas revisões, um complementando o outro. Mas, agora, ele (o papel) me serve no último estágio de meu trabalho, após ter realizado a revisão na tela. Mas não pretendo aqui advogar um método de trabalho. Como disse, penso tratar-se de uma questão de perfil.
    Parabéns pelo excelente blog.

  20. Também entendo esse como o processo ideal, Alex. Mas nada impede que eu imprima a primeira prova para melhor visualização e para cuidar da minha vista. Reviso no papel e eu mesmo faço as emendas no texto digital. Pelo que você descreveu, procuramos trabalhar exatamente da mesma forma, mesclando os benefícios do texto digital com os do impresso.

  21. Olá, Pablo. Já tinha a maior admiração pela seu trabalho na comunidade REVISORES. Se não for pedir demais, seria possível escanear um página revisada com os códigos de revisão que você apresentou no início do tópico? Principalmente para mim, e outros iniciantes, ficaria mais ilustrativo ainda. Desde já, agradeço; e desejo toda a sorte do mundo na profissão!

  22. Muito obrigado, Laguna. Gostei da sua sugestão. Vou tentar planejar algo assim. Não prometo para já, pois terei de conseguir um texto repleto de erros.

  23. Eu já conhecia, mas achei legal.
    Esse foi meu primeiro clique no Blog.

  24. E conhecia exatamente essa tabela, Jonab, ou alguma variação?

  25. Preciso muito de ajuda. Tenho a informação que o revisor, quando trabalha em um livro, marca a necessidade de um novo capítulo com um “P” com dois traços (fica mais ou menos assim: IP), alguém tem esse símbolo de revisão ou sabe se a informação é correta??
    Agradeço!

  26. […] Os temidos códigos de revisão não têm motivo algum para ser temidos. Existem para simplificar a vida tanto do revisor quanto do diagramador, arte-finalista ou quem quer que seja responsável pelas emendas. São símbolos usados há décadas para resumir o que precisaríamos de uma ou mais palavras para dizer. Então, nada de puxar foguetes (setas) do meio do texto. Para facilitar a vida de todo mundo, usemos os códigos criados para isso. Esta tabela, qu … Read More […]

  27. Mariana, não conheço esse símbolo. Consultei alguns amigos mais habituados à revisão de livros, que tampouco o conhecem. O único símbolo parecido de que me lembro é PP para marcar o início do capítulo em página par e PI para marcar o início em página ímpar. Talvez seja isso. O traço pode ser a barra de atenção. É só o que posso imaginar. Talvez você obtenha mais sucesso pesquisando na comunidade Revisores.

  28. Olá, Pablo. Tudo bem?
    Concluí a faculdade de Letras em 2006. A partir de 2007 comecei a trabalhar como revisora de textos em agência de publicidade. Nunca tive a oportunidade de fazer algum curso focado na profissão, tudo que aprendi foi por meio de estudos em casa e pesquisas em fontes confiáveis. Aliás, já consegui até um freela através de membros da comunidade Revisores.
    Gostaria de saber se você pode me indicar algum lugar, em São Paulo, que ofereça curso para revisores. Já pensei até em fazer pós-graduação em Língua Portuguesa, o que ainda não desisti, mas gostaria também de focar a revisão de textos para enriquecer meu conhecimento e o currículo.
    Obrigada
    Gláucia Quênia

  29. Gláucia, conheço dois cursos em São Paulo, um da Escola do Escritor, outro da Universidade do Livro. Ambos são ministrados com certa frequência. Fique de olho no calendário de atividades das instituições. Você está no caminho certo.

  30. Olá pessoal, sou revisora há um bom tempo e no começo eu usava alguns dos sinais, os mais comuns, de exclusão, inserção de espaço e substituição de letras ou palavras. Em um jornal em que trabalhei, só se usavam as setas puxadas do texto para as laterais do papel. Mais tarde, em outra empresa, além das revisões em papel, passamos a também revisar em PDF. É legal porque economiza papel, mas de certa forma ainda estamos nos adaptando a esse sistema porque não tem como indicar por meio de sinais; as solicitações de alteração são feitas por meio de comentários em marcações sobrepostas nas palavras. Depois a diagramadora corrige lendo os ‘bilhetinhos’. Temos muito a aprender sobre esse recurso da Adobe. De toda forma, a última prova sempre é revisada em papel.
    Abraços,
    Munira

  31. Pablo,

    Comecei a trabalhar com revisão recentemente; a atual é a segunda que faço. Na primeira, o livro me foi entregue em PDF, de modo que não usei os símbolos da tabela: saí escrevendo em Word tudo o que tinha que ser feito e a linha onde cada erro se encontrava. A revisão de agora é à mão e por isso eu vim atrás de conhecer os códigos, mas sinceramente não compreendi a maioria deles. Eu certamente faria o seu curso na UCB, mas moro no Rio e não ouvi falar de curso pra revisor por aqui. Queria saber se você conhece algum, se pode me indicar, ou se há a possibilidade de me dar uma força com a interpretação dos códigos por e-mail.

    Obrigada.

  32. Há a NBR 6025, da ABNT com uma lista mais completa desse símbolos de revisão, que são os que eu uso no meu dia a dia. Encontrei algumas divergências entre a sua tabela e a da ABNT. Veja as diferenças entre seus símbolos e os da NBR (à esquerda, o que significam os seus, e à direita os da ABNT:
    “unir” => não existe na NBR
    “suprimir” => nenhum dos 3 existem na norma. Temos um X e um sinal diferente dos seus.
    “adicionar espaço” => separar linhas ou palavras
    “quebrar linha” => separar letras ou palavras

    Existe uma norma a ser seguida, ou cada um cria os seus próprios símbolos? Eu ainda acho que há muitas situações que não possuem códigos nem na sua nem na lista da ABNT. Então, cabe o bom senso pra manter a revisão limpa e legível.

  33. Só acrescentando informações à minha observação anterior: quando eu digo que “não existe na NBR” não é que o comando não exista, mas que o símbolo de sua tabela é que não foi encontrado. É óbvio que existe um símbolo para unir, mas não é igual ao seu.

    Queria aproveitar e me desculpar pela falta de educação no primeiro comentário por não ter falado sobre o site e as matérias. São ótimas Eu, honestamente, achei os seus símbolos mais coerentes do que os da ABNT. Minha dúvida é: na hora de revisão para uma editora, por exemplo, será que vai haver dúvida quanto a um símbolo ou outro? Quem entende os códigos é capaz de compreender tanto os da ABNT quanto os que você colocou aqui? Fiz uma revisão para uma editora e usei os códigos NBR. Fiquei na dúvida agora.

    Obrigada e sucesso.

  34. Olá, sou formada em Letras Português, não quero ser professora, e sim, revisora de textos, mas confesso, ainda estou um pouco perdida quanto a forma de trabalhar. Já fiz algumas entrevistas para o cargo, mas não passei. Acho que tenho que fazer um curso para entender onde e o quê estou errando. Qual a previsão de curso aqui na UCB de Brasília e qual o valor do investimento? Aguardo retorno.

  35. Cara Ana,

    ***

    Olá, sou formada em Letras (Português). Não quero ser professora, e sim revisora de textos, mas confesso que ainda estou um pouco perdida quanto à forma de trabalhar. Já fiz algumas entrevistas para o cargo, mas não passei. Acho que tenho que fazer um curso para entender onde e o que estou errando. Qual a previsão de curso aqui na UCB de Brasília e qual o valor do investimento? Aguardo retorno.

    ***

    Espero ter ajudado quanto à parte do que você está errando. A questão de Brasília é com o Pablo.

  36. Boa noite! Gostaria de uma ajuda. Um sinal de revisão que parece um A de cabeça para baixo, quer dizer o que?

  37. Oi, Pablo! Lembra de mim? Então, algumas pessoas estavam perguntando lá no blog sobre os códigos de revisão. “Robestrei” (uma misturinha de roubar com pedir emprestado) a sua tabela, tudo bem?

    http://revisaotextual-patriciaaragao.blogspot.com.br/2012/10/codigos-utilizados-pelos-revisores.html

  38. […] Códigos de Revisão – tabela que criei, com base na clássica (e complexa) tabela de códigos de revisão da ABNT, […]

  39. Fala amigo, você poderia disponibilizar essa imagem com mais resolução???

  40. Se você clicar nela, José, a resolução melhora um pouco. Se, ainda assim, não for o suficiente, avise-me para eu aumentá-la.

  41. […] conhece essas marcas. Mais para frente pretendo elaborar um post só sobre códigos. Por enquanto, recomendo a postada pelo Pablo Vilela, que também é […]

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