Pablo Vilela

Bancos de Livros

In Dia a Dia do Revisor on 29 de outubro de 2007 at 11:22 pm

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O que pode ser melhor para celebrar o Dia Nacional do Livro que mais uma boa notícia? A resposta é óbvia: duas boas notícias.

Então vamos a elas. As notícias são parecidas, mas vêm de regiões distantes do país. É a prova de que, para as boas idéias se espalharem, só precisam de um empurrãozinho.

Primeiro, em Recife, a iniciativa de uma professora de espalhar livros pelos bancos da cidade. Você lê, leva para casa, depois deixa em outro banco, na praça, na igreja, no shopping.

Já em São Paulo os livros estão nos bancos dos trens. Para sentar-se você precisa segurar o livro. E quem é que resiste a segurar um livro por muito tempo sem o ler? Dá até para escolher seu lugar de acordo com o livro que ali está.

Que tal fazermos isso em todo o país?

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  1. quem mandou?
    agora volto sempre!

  2. Volte mesmo! As portas estão sempre abertas. 🙂

  3. Olá Pablo fiquei feliz com sua visita. A propósito meu livro já chegou…hoje. Entrei no site que você indicou e adorei…obrigada.
    Adoraria fazer seu curso numa próxima edição, mas Brasília é um pouco longe pra mim (estou em São José dos Campos/SP),você tem algum curso para revisor aqui em SP que possa me indicar?

    Grande Abraço…

  4. Pablo, querido, isso seria muito bom. Mas certas iniciativas, assim como algumas leis, não “pegam” aqui no Brasil. Não sei se em Recife e São Paulo está dando certo, mas acredito que na maioria dos lugares, com a velha lei de Gerson (essa, sim, pegou)o número de livros iria diminuindo, diminuindo… o pessoal vai levar pra casa e não devolver. Infelizmente é assim que aqui funciona. Bancas de jornal do tipo self service, como existem em alguns países? Rarararara. Mas vale tentar, não é mesmo? Um dia a gente chega lá.

  5. Em Brasília há biblioteca aberta e todo mundo devolve os livros. Acho que está na hora da gente parar de achar que aqui é o país do “se não tem dono, é meu”.

    Beijo.

  6. Estou muito emocionada com o que leio neste blog/nos comentarios!
    Eu vivo num país chamado “super-desenvolvido” (a Alemanha), mas eu acho que nós Alemãos temos muito a aprender e que podemos aprender muito em paises como o Brasil!!!
    A Alemanha é o país das cercas, da propriedade, dos formulários – impensável de pegar livros sem preencher formulário qualquer…..

    Outro ponto: na Alemanha, estamos tão acostumados a ter acesso a milhões de livros que para muitas pessoas, um livro não mais é coisa valiosa…..

    O pensamento que logo surgiu depois de ler o comentario da Cássia foi isso:

    Super legal que todo mundo devolve os livros…mas mesmo se tem pessoas que não os devolvem: se elas os LEIAM e talvez APRENDEM algo lendo estes livros…não nós queixamos!

    Abraços da Abelha

    Bzzzzzzzzzzzmmmmmmm

    🙂

  7. Ana, sou capaz de apostar que você está errada. É tudo uma questão de costume. Funcionam em outros lugares não porque sejam melhores que os brasileiros, mas porque se acostumaram a que fosse assim. Nada nos impede de nos acostumarmos com o que é bom, basta querer, como bem disse a Cássia.
    Ulrike, quem sabe se você instituísse essa “brasilidade” na Alemanha. Deixe um livro com um recado parecido com aquele no banco da praça e veja o que acontece. Penso que as pessoas se sentem até mais queridas com esses atos.
    Beijo para vocês.

  8. “espalhar livros pelos bancos da cidade.”

    Boa, já deixei meu livro de Kamasutra no banco da praça.

    Ass. Anihilator

  9. Vale a pena tentar…já escolhi um livro!!!
    🙂

  10. Mas não foi o meu livro de Kamasutra….frio demais nas praças públicas na Alemanha!!!
    rsrsrs

  11. “Ulrike” e desde quando vc está na Alemanha? Mudaram o nome da sua rua é?

  12. “Linux”,
    Exatamente desde o dia 30 de Março 1958!!!

    Ou será que na verdade não sou o que penso ser? Socorro! Quem sou eu????

    E você? Desde quando você está pairando na via láctea???
    Abraços da Velha Abelha
    Bzzzzzzzzzzzzmmmmmmmmmm
    🙂

  13. P.S.
    Você pode omitir os “..” em redor da Ulrike….me chama assim….verdade!!!

  14. Mas não se preocupe. Já estamos armando um plano para trazê-la para o Brasil. 😉

  15. Permita-me uma leve observação Ulrike:

    “…acho que nós Alemãos temos muito a aprender e que podemos aprender muito em paises como o Brasil!!!”

    Vocês querem aprender a viver no antro da violência e miséria?

    Quanto ao blog, permita-me lhe dizer q criatividade tenho de sobra o q me falta mesmo é tempo para me dedicar ao blog.

  16. Ou será que na verdade não sou o que penso ser? Socorro! Quem sou eu????

    Belo pensamento Lammer, parabéns!

    E você? Desde quando você está pairando na via láctea???
    Desde q o universo é universo e o mundo é mundo.

  17. Que droga!
    Se eu souber que vocês já estão armando um plano pra me trazer para o Brasil, não teria sido necessário malbaratear 1 300 Euros para o vôo!!!!

    🙂

  18. ops! tempo errado!
    não deveria dizer: se eu tiver sabido…?
    e isso num blog de revisor….
    desculpe!!!

  19. Na verdade mesmo, ficaria ainda melhor “se soubesse”. Na verdade o plano é para não deixar você usar a passagem de volta. 😉
    E permita-me discordar, Linux. O Brasil está longe de ser o antro de violência que a tevê tenta mostrar.

  20. Acho que o 19 não é bom número, então aqui o comentário N° 20: deixei meu primeiro livro num banco de café em Lahr!
    🙂

  21. Que ótimo, Ulrike! E que livro foi? Já voltou lá para ver se levaram? Tomara que a moda pegue. 😀

  22. […] virar anúncio do Ministério da Educação do lado de cá do Atlântico. Já que exportamos os bancos de livros, nada mais justo que importar essa […]

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