Pablo Vilela

Tempo para Ler

In Hora da Leitura on 10 de dezembro de 2007 at 11:26 pm

Inspirada pelos nossos cânones, a Márcia, leitora do blogue e amiga, teve a idéia: que comente o que de mais marcante eu tenha lido recentemente. Aceitei o desafio. Será uma boa forma de começar a brindar o primeiro aniversário do blogue, que cumpriremos no próximo mês.

Inaugurando a nova categoria, o que talvez de melhor eu tenha lido este ano (indicação da querida professora Denise), um dos mais prolíficos de minha vida de leitor. Chama-se Como um romance, em que Daniel Pennac conta como, quando e por que perdemos o gosto inato pela leitura e o que fazer para reencontrá-lo. Leitura obrigatória para pais e educadores e muito indicada até para quem ainda não encontrou o amor pelos livros. Conselho de fim de ano? Leia-o:

O tempo para ler é sempre um tempo roubado (tanto como o tempo para escrever, aliás, ou o tempo para amar). Roubado a quê? Digamos, à obrigação de viver. (…) O tempo para ler, como o tempo para amar, dilata o tempo para viver.

Daniel Pennac

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  1. Dilata o tempo de viver. Concordo plenamente! A leitura pode multiplicar nossa vivência.
    Espero estar presente para o aniversário do blogue. Quando será? Ei de viajar…beijus

  2. Pois é, ela pode nos fazer até viver muitas vidas.
    Bom vê-la aqui de volta, Luma. O blogue aniversariará dia 26 de janeiro, no sábado anterior ao do carnaval. Muitos talvez estejam viajando. Eu certamente estarei por aqui. Apareça.
    Grande beijo.

  3. Pablo, fiquei contente por acatar a idéia. Será realmente uma boa oportunidade de mostrar a seus amigos as leituras que tens feito e te têm impressionado. Será para mim também um espaço para descobrir novas leituras… Como a de Daniel Pennac que, com certeza, será uma das primeiras para o ano que entra… Grande beijo e parabéns pelo blogue!

  4. Há alguns anos, me disseram que gastar horas com a leitura era perder tempo, já que eu deixava de experimentar muitas outras coisas. Lembro que pensei bastante sobre o assunto e me perguntei se a pessoa não teria razão. Minha conclusão veio aos poucos e só serviu para confirmar o que eu já sabia no íntimo: lendo eu conheço e vivo mais do que poderia conhecer e viver concentrando-me apenas na minha própria vida. Porque nela não há espaço para tantas percepções, que só consigo absorver de outras vidas.

  5. Faz tempo que quero comer, ops, ler este livro “Como um romance”…

    Já comecei “O último leitor”, do Piglia, que era um do qual estava atrás também há meses…

  6. Lindo isso, Laís. Concordo plenamente com você.
    Então nos conte do que trata o livro, Fabiana. E é bom?

  7. […] janeiro 2008 Inauguramos esta categoria do blogue na França e por lá continuaremos. Agora, talvez a mais célebre notícia de jornal que os […]

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