Pablo Vilela

Lei contra Estrangeirismos

In Dia a Dia do Revisor on 13 de dezembro de 2007 at 7:55 pm

xenophobia.jpgHá alguns anos (sete, oito, não me lembro bem), quando Aldo Rebelo era deputado não muito expressivo e sequer cogitava a presidência da Câmara, participei das discussões, congressos, palestras que deram início a seu projeto de lei que controlaria o uso de estrangeirismos e empréstimos lingüísticos no Brasil. O objetivo era (e é) inibir seu uso indiscriminado, que vemos em toda parte, de nomes de empresas a placas e propagandas nas ruas.

Nobre iniciativa de alguém que se preocupava com o futuro da língua portuguesa. Exagerada, claro, como todo ato apaixonado. Inviável, até, em alguns pontos. De válido na lei há a discussão, assim como o é a discussão do acordo ortográfico.

Agora o projeto ameaça vingar. Muita coisa já mudou de lá para cá, muita coisa ainda deverá mudar. Se de fato aprovada, a lei causará tumulto. Ela não deixa, no entanto, de ter um quê de importância no combate ao abuso do anglicismo.

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  1. Bom, acho que lei não resolve nada. Se ao invés de criar mais emaranhados jurídicos tivéssemos uma boa educação e despertássemos em nossas crianças o amor pela língua portuguesa com certeza elas nao usariam deliverys, nigths, sale e modismos quejandos.

    Enfim, enquanto tivermos a idéia de que tudo que vem de fora é bom, não haverá lei que dê jeito.

  2. Ah, eu odeio esses estrangeirismos. Dá vontade de rasgar as roupas das lojas que escrevem [i]sale[/i].
    Entre outros. ¬¬

    Um pio!

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