Pablo Vilela

Papo Furado

In Outras Revisões on 18 de maio de 2008 at 10:07 pm

Há momentos em que o melhor é ficar quieto e nem tentar explicar, pois o que era ruim pode ficar ainda pior.

Papo Furado (sem hífen, a contragosto)

Rafinha Bastos e Marcelo Mansfield

O vídeo vem direto, mas com escala, do blogue sem nome da Renata Miloni.

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  1. (suspiro)
    O poblema é que nóis aqui em São Paulo tem um poblema de plural que é um poblema. Os Nardoni (sem “s”, porque, cáspita, Nardoni já é plural) tem um jeito de falar de certas região daqui da capital, oriundo dos plural dos italiano, que não tem “s”. Daí, quando a pessoa freqüentou os estudo, então, vira um poblema, porque aí tem os poblema que querer falar certo, e aparece um monte de “s” descendo ladeira abaixo, porque nós ouviu falar que plural tem “s”.

    Tá intendêindo???

  2. Pablo, muito bacana o vídeo!
    Letícia, muito interessante essa supressão do “s” dos “paulista”, mas pelo que vi, os Nardoni pecam mais pelo excesso do que pela falta de “s”. Eles pluralizam tudo, não é brincadeira! Bom, é certo que o que vimos aqui vai muito além de uma questão linguístico-cultural, regional, dialetal etc. Cadê o revisor? Ou melhor, nesse caso, o professor?

  3. Então, Márcia, como disse, isso ocorre em certas regiões da cidade, mas não em todas.
    E o estudo até que dá uma noção de que em alguns casos a gente tem de enfiar um “S”, mas o racional da coisa não se forma por completo.
    Estudo, nesse caso, não vale nada. O que conta mesmo é a formação cultural da pessoa. Conheço um batalhão de gente que faz Mba que fala desse jeito. Coidifamília.

  4. Pode parecer exagero, mas, quando assisti à entrevista, tive a certeza de que esse seria um daqueles casos em que a gente acaba sentindo vergonha alheia. Porque isso foi assunto de muitas conversas das quais participei e de outras que ouvi de longe.

    A propósito, Leticia, a explicação sobre o “plural dos paulista” foi ótima.

  5. É… é de doer os ouvidos.

  6. Dói, Pablo. Dói mesmo.
    Isso fora as variantes, do tipo: “vou te contar uma coisa pra você”.

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