Pablo Vilela

Livros Vivos

In Dia a Dia do Revisor on 3 de dezembro de 2008 at 1:07 am

Parece uma daquelas metáforas para deixá-lo curioso sobre o conteúdo do artigo. Não parece. É. Mas guarde a curiosidade por alguns segundos.

Todo livro (ao menos os bons), de certa forma, é vivo aos olhos de quem o lê. Quando é de fato bom, acabamos nos envolvendo a ponto de nos sentirmos parte dele.

Alguém levou isso a sério demais e deu vida real aos livros em bibliotecas européias. São pessoas comuns, contando a você suas histórias que dariam um livro. Quiçá isso só tenha de livro o fato de estar em uma biblioteca, mas talvez sirva para você notar que sua vida também daria um belo livro.

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  1. Algumas pessoas já notaram, e temos as autobiografias. Se pudesse fazer um livro da minha vida, acho que preferiria fazê-lo ficcional, para viver no livro coisas que não necessariamente aconteceram, mas como eu as quereria na realidade.
    Gostei do “post”.
    Abraços.
    Jakeline

  2. Em alguns casos, a vida real dá um bom livro mesmo. mas se a vida do outro não parecer tão interessante assim, creio que dê pelo menos uma boa terapia; conversar é sempre bom!
    Beijo grande.

  3. E por que não experimenta fazê-lo, Jakeline? Você pode se supreender com o resultado.
    Se render alguns minutos de boa prosa, já valeu o programa, não é, Laís?

  4. Para mim, a prosopopéia do livro acontece que nem fala aquele conto famoso da Clarice (Felicidade Clandestina). Ele desperta uma comoção tal, que deixa de ser um objeto; como a personagem deixa de ser menina e passa a ser uma mulher com seu amante.

  5. Cara, já viu quanta gente tem a vida mais louca que muitos livros? Ouço cada história que parece ficção, mas é pura realidade. Mas o livro realmente tem este poder, de se tornar vivo aos olhos de quem lê.

  6. Se o escritor for bom, qualquer história serve. É como o filme, pode ser feito com poucos meios e uma história simples – lembrei-me de “A Straight Story”, fantástico! Mas se o escritor ou o realizador for mau, dá cabo da história mais genial.

  7. ah, sei não… até iria lá conversar com esses livros vivos, daria um papo interessante, mas…

    sei lá =P o livro e o autor são diferentes, muito diferentes um do outro, acho.

    abraços!

  8. Pablo,
    isto me lembra um livro que eu amo: Fahrenheit 451.

  9. É impressionante, não é, Carol e Tom? como os livros ganham vida!
    Isso mesmo, Helena. Se o escritor é bom, qualquer acontecimento banal vira uma grande história.
    Tem razão, Pelvini. Se bem que há excelentes contadores de histórias. Sabe-se lá o teor de ficção que há nesses livros vivos.
    Ainda não o li, Raquel. Já ouvi falar bem demais dele.

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