Pablo Vilela

Aconteceu Comigo

In Dia a Dia do Revisor on 7 de janeiro de 2009 at 9:52 pm

No final do curto texto, lá estava: consequência. O redator estava ao lado. Estremeci: Já vai adotar? Sorriu maroto: Já está valendo. Baixei a cabeça. Deixei sem trema. Voltei ao início do texto. Pensei alto: Deixe-me tirar o acento do título Idéia Criativa. O redator protestou: Devolva o trema!

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  1. Rs! Sensacional!
    Já não sei mais como escrever… Agora sei como meu avô se sentiu na última reforma ortográfica…

  2. Te disse aqui há algum tempo: já estou conformada. Agora estou me pegando nos hífens, Pablo. Teremos de esperar o Volp. Nesse tópico a coisa está uma bagunça!

  3. E dá-lhe o trema! Tremai, diria o espartano. Se querem o acordadinho, que o engulam inteiro, bechara abaixo. Piadas ao largo, já tem gente até querendo arrancar todos os acentos paroxítonos, ainda bem que a inércia é forte e tem bastante tolerância.

  4. Estou com a Leticia, tenho o mesmo problema. Por isso, na empresa onde trabalho, estou fazendo o possível para que adotem o acordo só quando o Volp sair.

  5. Pois é, venho trabalhando com o Acordo há alguns meses, mas imaginei a cena, que hilário!

  6. O pior é que nossos avós passaram por várias, Selma. Creio, porém, que nenhuma tenha sido tão inútil, prejudicial e e malfeita quanto a atual.
    Acredito, Leticia, que nem o Volp resolverá esse problema. Os próprios acadêmicos estão inteiramente confusos.
    Tom, a confusão está por toda parte. Isso porque só está começando.
    Para minha sorte, Laís e Fernando, meu maior cliente só quer o acordo depois do Carnaval. Até agora não tive de usá-lo. Aqui no blogue, ainda não me decidi sobre a data da mudança.

  7. Ah, entrei em discussão com um rapaz lá do trabalho justamente por causa dessa maldita Idéia. Sem acento. De acordo com ele, a reforma promove e unifica a língua portuguesa e o resto eu não ouvi porque fiquei tão boquiaberto que perdi os sentidos (ok, esta última parte é mentira).

    Quanto ao que escrevo, confesso que estou adiando esta idéia e vou adiá-la enquanto for possível. Tenho alguns anos ainda, né? (: Bom, é isso.

    E curti a nova aparência do ‘Cadê o Revisor?’!

  8. Acredita, Pelvini, que ainda não consigo me imaginar escrevendo na nova grafia aqui no blogue? Imagino que meu avô, que é escritor, tenha sentido o mesmo várias vezes ao longo da vida. Vou perguntar a ele quando foi que decidiu mudar.

  9. Pablo, me contaram de uma reunião entre o Bechara e editores de didáticos aqui em SP que chegou ao bate-boca. Pra você ter idéia, Bechara chegou a recorrer àquela coisa preguiçosa: o que estiver no Volp, muda. O que não constar, permanece, por mais análogo que seja o caso.
    O que não tem remédio, remediado está e, salvo orientação contrária, adotarei no trabalho o método Bechara de não-pensar. Não me resta outra coisa.

  10. Para evitar falar mal desse moço aqui, Leticia, prefiro só lamentar. Poucas pessoas têm tanta competência quanto ele em me fazer lastimar.

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