Pablo Vilela

Presságio

In Dia a Dia do Revisor on 2 de julho de 2010 at 2:30 pm

Acusaram o pobre revisor. Não era erro, era presságio. Antecipou-se, mas estava certo.

A torcida, muda, não grita Cadê o Revisor?

E vence o melhor. Voltemos enfim à vida real.

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  1. […] Acusaram o pobre revisor. Não era erro, era presságio. Antecipou-se, mas estava certo. A torcida, muda, não grita Cadê o Revisor? E vence o melhor. Voltemos enfim à vida real. … Read More […]

  2. Ave de mau agouro!

  3. hahaha
    Essa é boa, ‘piada pronta’ como diria o José Simão!

    ;*

  4. Hahaha! Que medo!

    =*

  5. Aaaaah, mas nem foi o revisor! certeza que foi o antendimento (ou o estagiário dele…)

  6. Sem dúvida, Anna! 😆

  7. Isso não foi erro do revisor. O coitado revisou 2 textos (o da vitória e o da derrota). Quem errou foi o próprio veículo (Folha de S.Paulo), que recebeu as 2 versões e acabou liberando a errada. Quem trabalha em agência sabe como funciona.

  8. Céus, cadê o revisor? O site “morreu”?

  9. De todo modo, Juliana, até prova em contrário, os olhos sempre se voltam para o revisor, mas você tem toda a razão.
    Morreu é muito forte, Felipe. Está hibernando.

  10. Pablo, olá! Você tem algo sobre o “benfeito”?
    Grande abraço! Patrícia.

  11. Acho estranho mesmo separar em duas frases o que pode ser escrito em só uma. E, se quiser separar em duas, corretamente, separe mesmo, então: “A I qembu le sizwe sai do Mundial. A I qembu le sizwe não sai do coração da gente”.
    Não é à toa que substituímos palavras por pronomes pessoais ou relativos e deixamos de repeti-las para juntarmos duas frases numa só; se vamos separar em duas, então escrevamos sem cortá-los.

  12. Caro Pablo, estou com uma dúvida atroz aqui: terminei de revisar um livro e ficou para trás a palavra – ou a expressão – bem vestido – ou bem-vestido. Preciso de ajuda urgente…Já procurei em várias fontes e só encontro dúvidas e mais dúvidas…O pior é que dou aulas de Portugu~es, fiz uma apostila e, nesta questão do bme, estou “dançando bonitinho”, como se diz aqui em Goiás. Agradeço se puder me ajudar. Obrigada. Observação: na dúvida, eu coloquei o hífem, tanto neste livro (que tenho que entregar amanhã), quanto em minha apostila e, nas aulas, sempre tento ensinar de uma forma que deixa margem à pesquisa, porque, na verdade, até agora, esta questão do “bem” é a que etá me dando mais trabalho…

  13. Desculpe não ter comentado o seu post, mas ainda está em tempo: essa foi boa mesmo, viu? Vi agora que escrevi “bme” ao invés de “bem”…e “hífem” no lugar de “hífen” – repara não, é a enxaqueca terrível e a dúvida atroz!

  14. Tomo para mim as palavras de Houaiss, Auricélia:
    bem-
    emprega-se seguido de hífen antes de palavra começada por vogal ou h se com ela se crê haver uma unidade semântica; o que torna difícil para o decisor saber se há essa unidade semântica é o fato de ela ser mais função da frequência de uso das suas unidades juntas do que mesmo a corporificação da unidade semântica; essa unidade semântica nem é facilmente sistematizável, nem é facilmente internalizável

    Assim, se você entender que há unidade semântica, junte (ou use hífen). Do contrário, use separado. Vale também para mal-.

  15. Obrigada pela resposta. Foi muito esclarecedora.
    Gostei demais de sem site. Posso colocar o link
    dele em meu blog?
    Obrigada.
    Auricélia.

  16. Claro, Auricélia, fique inteiramente à vontade. Muito obrigado.

  17. Cadê o revisor?

  18. Sobre a dúvida da Auricélia, ‘bem-vestido’ não entra nesses casos listados: “bem-
    emprega-se seguido de hífen antes de palavra começada por vogal ou h”

    e aí?

  19. Está por aqui, Caceres.
    Aí prossigo com Houaiss, André, na continuação do mesmo verbete:
    A forma bem- também ocorre com palavras iniciadas com consoante desde que a suposta unidade semântica seja considerada.

  20. E eu, que lancei aqui a semente da dúvida, fiquei muito satisfeita com a resposta de Pablo Vilela (que, naquele dia, me ajudou bastante em minha revisão), pesquisei mais depois, e fico com sua opção por Houaiss mesta questão: é a mais completa e coernte…se é que existe completude ou coerência nessas nossas questões linguísticas…esta do “bem”, para mim, prefiro mesmo escolher caso a caso. Obrigada pela atenção.

  21. A boa e velha pergunta que não quer calar:
    Cadê o revisor?
    =)
    Os seus leitores sentem a sua ausência!
    Abraços

  22. Fico feliz que tenha chegado a uma decisão, Auricélia.
    Um dia ele volta, Debby.
    Eu teria medo, Késia. 😆
    Interessantíssimo, Pedro. Lerei com calma. E a professora Denise é maravilhosa. Mande um grande abraço para ela.

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